Linfoma – O que é, Causas, Sintomas e Tratamento

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Nutrição - CRN6-MA 16199

Linfoma – O que é, Causas, Sintomas e Tratamento
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Linfoma é uma condição muito perigosa e deve ser tratada o mais antes possível. Além disso, o Linfoma é um câncer que começa nas células do sistema linfático. Existem dois tipos de linfomas, linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin. Eles diferem entre si pelos tipos de células encontradas à microscopia, pelo comportamento biológico e pela resposta à terapia.

Acometem principalmente os linfonodos, que são órgãos do sistema de defesa do organismo, mas podem atingir outros órgãos, especialmente quando em estágios avançados. O prognóstico é bastante variável dentro de cada grupo, e deve portanto ser avaliado individualmente com o seu médico.linfoma

Os sintomas são os mais variados, entretanto os mais comuns são: cansaço ou fraqueza, febre, sudorese, perda de peso, dores no corpo, emagrecimento, além do aparecimento de nódulos no corpo. O diagnóstico geralmente é feito através de biópsia do linfonodo (ou órgão acometido). São exames úteis para o diagnóstico o seguinte: tomografia do tórax e abdome, radiografia do tórax, PET scan, exames laboratoriais e biópsia da medula óssea.

O tratamento em geral é realizado com quimioterapia associada ou não a terapia biológica, mas a radioterapia também pode ser empregada. O transplante de medula óssea geralmente é reservado para pacientes com doença refratária.

O que é o Linfoma:

O termo Linfoma é usado para designar vários tipos de câncer que se originam nos linfócitos, células que desempenham papel crucial no funcionamento do sistema imunológico.

Ele é constituído pelos linfonodos, estruturas presentes ao redor de todos os órgãos do corpo, exceto no cérebro, que se concentram em maior número em regiões como pescoço, axilas, regiões inguinais e ao redor de órgãos internos como pulmões, estômago e intestino grosso; vasos linfáticos, pequenos canais que interligam os linfonodos; e a linfa, um líquido claro que corre dentro dos vasos linfáticos e que contém linfócitos e outras células envolvidas na resposta imunológica. Juntos, eles formam o sistema linfático.

Causas do Linfoma:

Alguns Linfomas estão relacionados a infecções crônicas, que podem predispor à mutação das células linfáticas. Outros podem ocorrer devido a fatores ambientais, como a exposição a produtos químicos. Na maioria dos casos, no entanto, não há causa definida, mas os Linfomas ocorrem mais em idosos.

O primeiro sinal do Linfoma é a presença de linfonodos (ínguas) mesmo quando não há nenhuma infecção. Nesse caso, os glóbulos brancos proliferam desordenadamente, gerando o crescimento anormal dos linfonodos. Em geral, os linfonodos infecciosos são dolorosos, ao contrário daqueles presentes nos Linfomas.

Quando isso acontece, o paciente deve ser submetido a uma biopsia do gânglio alterado, que será analisada por um patologista. Feito o diagnóstico, o próximo passo é o estadiamento, para identificar outras áreas possivelmente acometidas pelo câncer. Também são pedidos exames de imagem para auxiliar no diagnóstico.

Sintomas do Linfoma:

Os sintomas da doença são variáveis. O paciente pode ser completamente assintomático ou apresentar sintomas específicos de acordo com o seu subtipo e fase da doença. Entre os sintomas mais comuns estão: perda de peso, febre, sudorese noturna, coceira no corpo, aumento dos gânglios linfáticos, fraqueza, fadiga, entre outros.

tratamento para linfoma

Tratamento Para Linfoma:

O tratamento de Linfomas varia de acordo com o paciente e depende do tipo da doença (Hodgkin ou não Hodgkin).

Os recursos terapêuticos disponíveis são radioterapia, quimioterapia e imunoterapia. Os Linfomas indolentes têm caráter crônico e o tratamento, quando necessário, visa apenas controlar a doença.

Para os casos mais agressivos, o transplante de medula óssea retirada do próprio corpo pode ser recomendado.

Essa modalidade de tratamento vem obtendo resultados interessantes em Linfomas avançados e reincidentes. As chances de sucesso dependem de vários fatores, como idade do paciente, outros problemas médicos associados, número de tratamentos quimio ou radioterápicos previamente recebidos, além da sensibilidade da doença à quimioterapia administrada antes do transplante.

Além de poder ajudar em quadros de reincidência da doença, o transplante autólogo é uma alternativa interessante para pacientes cuja doença não melhora completamente após o tratamento inicial.

Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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INFORMAÇÃO DO AUTOR: Ana Karolynne Goncalve

Sou graduada no curso de Nutrição pela Universidade Federal do Maranhão(UFMA), CRN6-MA 16199, com Mestrado na área da Nutrição Clínica com relação ao metabolismo, prática e terapia nutricional, realizado também na Universidade Federal do Maranhão(UFMA), Atualmente trabalho no campo de pesquisa sobre a Qualidade e Inovação em Alimentos.

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