Leishmaniose – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos

Revisado por

Educação Física pela UGF

Especialista do Cura Natural

Leishmaniose – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos
5 (99.38%) 260 vote[s]

Leishmaniose – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos que você desconhece. Alem disso, A Leishmaniose e uma Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de Leishmaniose: Leishmaniose tegumentar ou cutânea e a Leishmaniose visceral ou calazar. A Leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta.

Essa forma de Leishmaniose é conhecida como “ferida brava”. A Leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.

O que é Leishmaniose?

A Leishmaniose é uma doença parasitária causada pelo parasita de Leishmania . Este parasita geralmente vive em moscas de areia infectadas. Você pode contrair Leishmaniose de uma mordida de uma mosca de areia infectada.

As moscas de areia que carregam o parasita normalmente residem em ambientes tropicais e subtropicais. Ocorreram epidemias fatais em áreas da Ásia, África Oriental e América do Sul.

As regiões afetadas são freqüentemente remotas e instáveis, com recursos limitados para tratar esta doença. Médicos Sem Fronteiras chama a Leishmaniose de uma das mais perigosas doenças tropicais negligenciadas. A organização também afirma que esta doença é o segundo lugar apenas para a malária em causas parasitárias de morte.

Causa da Leishmaniose:

O calazar é causada pelo protozoário parasita Leishmania que é transmitido pela picada de mosquitos-palha infectados. O parasita ataca o sistema imunológico e, meses após a infecção inicial, a doença pode evoluir para uma forma visceral mais grave, que é quase sempre fatal se não for tratada.

A doença afeta algumas das pessoas mais pobres do mundo e está associada à desnutrição, deslocamento de população, condições precárias de habitação e saneamento precário, um sistema imunológico fraco e falta de recursos financeiros. O calazar, em geral, também está ligado a mudanças ambientais como o desmatamento, construção de barragens, sistemas de irrigação e urbanização.

Sintomas da Leishmaniose:

A doença, quando progride, se manifesta de dois a oito meses após a infecção com e se caracteriza por acessos irregulares de febre, perda de peso, fraqueza, aumento do baço e do fígado, nódulos linfáticos inchados e anemia. No entanto, se a carga parasitária é alta ou o nível de imunidade do paciente é baixo, o período de incubação é de 10 a 14 dias.

Diagnóstico:

O diagnóstico é realizado combinando os signos clínicos com os testes serológicos e parasitológicos. Os testes mais efetivos para diagnóstico de Leishmaniose são invasivos pois demandam amostras de tecido, gânglios linfáticos ou da medula espinhal. Esses testes requerem instalações laboratoriais e especialistas que não estão disponíveis imediatamente em áreas endêmicas e com poucos recursos.

O método mais comum para diagnosticar o calazar é o teste da tira reagente, mas ele apresenta alguns problemas. Em áreas endêmicas, pessoas podem ser infectadas pelo calazar, mas podem não desenvolver a doença. Nesse caso, nenhum tratamento é necessário.

Infelizmente, o teste da tira reagente detecta apenas se o paciente é imune ao calazar. Logo, se o parasita estiver presente, o teste vai apontar que a pessoa tem a doença. Por isso, não pode ser usado para verificar se o paciente está curado, se foi reinfectado ou se teve uma recaída.

Tratamento:

O calazar é uma doença tratável e curável. Todos os pacientes diagnosticados precisam de tratamento rápido e completo, existindo diferentes opções, com efetividade e efeitos colaterais variados.

Antimoniais pentavalentes são, normalmente, o grupo de medicamentos de primeira linha, administrados como tratamento de 30 dias de injeções intramusculares. Enquanto antimoniais são bastante tóxicos e representam um risco aos pacientes que recebem o tratamento, aqueles que são curados do calazar quase sempre desenvolvem imunidade vitalícia. Pesquisadores esperam identificar formas de simplificar os regimes de tratamento, melhorar a segurança e reduzir o risco de resistência a medicamentos.

Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

DEIXE SEU COMENTÁRIO!

VOCÊ PRECISA VER ISSO:

INFORMAÇÃO DO AUTOR: Francisco Silva

Sou Formado em Educação Física, pela UGF – (Universidade Gama Filho) - Na turma 2012-2015. Atuei e atuo em academias e clubes, nas modalidades de Musculação do Iniciante ao Avançado, Ginástica em Grupo, Natação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *