Hepatite E – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos

Revisado por

Dr. Valeria Carneiro Graduada em Ginecologia e Obstetrícia!

Especialista do Cura Natural

Hepatite E – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos
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Hepatite E – O que é?  Quais as Causas, Sintomas e Tratamentos ? Estas são algumas das dúvidas que iremos abordar neste artigo. Além disso, Hepatite E é causada pelo vírus VHE, que assim como outras formas de hepatite provoca uma inflamação no fígado. Felizmente, os sintomas são mais brandos e não existe a fase crônica, de forma que o organismo se cura em pouco tempo.

A transmissão da Hepatite E é por meio do consumo de água e alimentos contaminados. Apesar de não existir tratamento, dificilmente ela evolui para um quadro mais grave.

O vírus VHE pode ser detectado tanto em humanos, que são os hospedeiros naturais, quanto também pode ser achado em animais; esse fato foi comprovado por meio da análise de anticorpos anti-VHE encontrado no sangue de alguns primatas.

Pesquisas mostram que crianças e jovens entre 15 e 40 anos tem mais chances de ter a doença. No total cerca de 20 milhões de pessoas adquirem hepatite E por ano. Maiores casos da doença estão registrados em países do leste e sul da Ásia.

Tal como a hepatite A, o vírus da hepatite E propaga-se através da água e alimentos contaminados por matérias fecais, sendo mais rara a transmissão de pessoa a pessoa. Não há registos de transmissão por via sexual ou através do sangue. Confira agora Hepatite E – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos:

Causas da Hepatite E:

O que causa hepatite E é o vírus VHE ou vírus da hepatite E, que pode provocar uma inflamação no fígado. Esse vírus leva cerca de 40 dias para demonstrar sinais, muitas vezes não há nenhuma evidência de infecção.

A forma mais comum de transmissão de hepatite E é pela via fecal-oral, ou seja, consumo de água ou comida contaminada por fezes. Muitas vezes esse tipo de contaminação se dá em regiões de muita pobreza e está relacionada com surtos, afetando toda população.

Outras maneiras de contaminação podem ser:

  • Contato com sangue contaminado;
  • Transmissão de mãe para filho;
  • Ingestão de alimentos crus como mariscos.

Quais São os Sintomas da Hepatite E?

A hepatite E pode não apresentar sintomas, ou seja, pode ser assintomática. Porém, algumas pessoas têm relatado os seguintes sinais da Hepatite E:

  • Icterícia ou amarelamento da pele e olhos;
  • Falta de apetite;
  • Náusea e vomito;
  • Febre;
  • Dor abdominal;
  • Fezes claras;
  • Urina escura.

Dificilmente, o vírus VHE causa complicações, mas casos de insuficiência hepática e morte têm sido relatados. Mulheres grávidas estão em maior risco de mortalidade, por isso, é necessário acompanhamento médico durante toda essa fase.

Como prevenir Hepatite E?

Ainda não existe uma vacina para a Hepatite E e, por isso, as medidas de prevenção incluem cuidados de higiene redobrados quando se viaja para zonas onde a doença é comum. Não se deve consumir água nem gelo que possam provir de locais contaminados, sendo melhor optar por beber água engarrafada e selada. As frutas e os vegetais só devem ser consumidos depois de cozinhados e desaconselha-se a ingestão de marisco cru.

O contágio pessoa a pessoa é menos frequente na hepatite E do que na hepatite A e não está provada a possibilidade de contágio sexual, mas devem ter-se em atenção os contactos oro-anais.

O cloro é o elemento químico que tem sido utilizado com sucesso na desinfecção das água pública nas zonas onde se registaram epidemias. Os desinfectantes à base de iodo também já provaram ser capazes de destruir o vírus.

Tratamento Para Hepatite E:

A hepatite E, como doença vírica que é, não deve ser tratada com antibióticos. As infecções são, em geral, limitadas e, normalmente, não é necessária hospitalização, excepto em caso de hepatite fulminante.

Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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INFORMAÇÃO DO AUTOR: Valeria Carneiro

Dr. Valeria Carneiro Graduada na Universidade Federal de Minas Gerais em Medicina Especializada em Ginecologia e Obstetrícia, Pós Graduada no Departamento de Ginecologia na UNIFESP/ EPM a 2 anos, Experiencia clinica em patologias do trato genital feminino e foco em cirurgias ginecológicas como também especialista em partos normais e cirúrgicos.

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