Carcinoma Basocelular – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos

Revisado por

Bioquímica Farmacêutica pela USP

Especialista do Cura Natural

Carcinoma Basocelular – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos
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Carcinoma Basocelular – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos nesse artigo você vai tirar todas as suas dúvidas sobre essa doença. Além disso, O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais comum, representando cerca de 95% de todos os casos de câncer de pele. Ele surge como pequenas manchas que vão crescendo lentamente ao longo do tempo, mas que não afetam outros órgãos além da pele.

Dessa forma, o carcinoma basocelular tem ótimas chances de cura porque, na maioria dos casos, é possível remover todas as células cancerígenas apenas com cirurgia, desde que diagnosticado nas primeiras fases de desenvolvimento.

Este tipo de câncer é mais comum após os 40 anos, especialmente em pessoas de pele clara, cabelos loiros e olhos claros, que se expõem excessivamente ao sol. No entanto, o carcinoma basocelular pode aparecer em qualquer idade e, por isso, é importante saber como identificar os sinais de câncer de pele, para garantir boas chances de cura.

O que é Carcinoma Basocelular?

O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais comum, constituindo 70% dos casos – mas, felizmente, é o tipo menos agressivo. Ele leva esse nome por ser um tumor constituído de células basais, comuns da pele. Essas células começam a se multiplicar de forma desordenada, dando origem ao tumor. O carcinoma basocelular apresenta crescimento muito lento, que dificilmente invade outros tecidos e causa metástase.

Causas do Carcinoma Basocelular:

O carcinoma basocelular geralmente começa como tumores (nódulos) pequenos, brilhantes, duros, de cor quase clara ou rosada, com vasos sanguíneos dilatados e visíveis (telangiectasia), mas seu aspecto pode variar muito. Alguns tumores são protuberâncias elevadas que podem se abrir e formar crostas no centro.

Outros são manchas planas e pálidas ou placas vermelhas um pouco semelhantes a cicatrizes. Por vezes, o rebordo do câncer inflama e adquire uma tonalidade branco-pérola. Outras vezes, o câncer pode sangrar, formar crostas e sarar, levando o paciente a pensar que se trata de uma úlcera em vez de um câncer.

Sintomas de Carcinoma Basocelular:

O carcinoma basocelular pode apresentar apenas uma aparência levemente diferente da pele normal, sendo mais comum no rosto, pescoço e outras partes que ficam muito expostas ao sol. Ele se parece com uma protuberância (nódulo) que:

  • Tem aparência perolada, como se fosse recoberto de cera;
  • Pode ser branca, rosa claro, bege ou marrom;
  • Sangra com facilidade;
  • Se parece com uma ferida que não cicatriza;
  • Pode formar crosta e vazar algum líquido.

Como regra geral, qualquer novo sinal na pele ou mudança em uma pinta/mancha que já existia deve ser sinal de alerta para procurar um dermatologista. É importante procurar um médico sempre que notar uma nova lesão.

Ou quando uma lesão antiga tiver algum tipo de modificação. Existe uma regra didática para os pacientes, chamada ABCD, cujo objetivo é reconhecer um câncer de pele em seu estágio inicial:

Tratamento do Carcinoma Basocelular:

O tratamento mais indicado para o carcinoma espinocelular, assim como para os outros tipos de câncer de pele, é a cirurgia para retirada do tumor. Entretanto, algumas pessoas podem não ter indicação para cirurgia no geral idosos com alguma comorbidade ou pessoas acamadas, que tem dificuldade de locomoção.

Há outras situações em que a cirurgia somente pode não ser suficiente para a retirada total do tumor, ou que o comportamento deste possa pedir outras medidas. Nesses casos, o médico pode indicar outros tratamentos para erradicação do carcinoma espinocelular.

Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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INFORMAÇÃO DO AUTOR: Byanca Stefany

Sou graduada em Ciências Farmaceuticas pela Universidade Federal do Piaui (UFPI), com pós graduação em Fármaco e Medicamentos pela Universidade de São Paulo (USP) mestrado também pela Universidade de São Paulo (USP) na área de Tecnologia Bioquímica Farmacêutica e Doutoranda pela Universidade de São Paulo (USP) na área de Farmácia Fisiopatologista e Toxicologia. Atualmente Trabalho na área de Análise Clinicas, e tambèm atuo no Instituto de Pesquisa de Ciência, tecnologia e Qualidade (ICTQ) e exerço a função de Editor no site "Dicas de Saúde".

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