Oncocitoma – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos

Revisado por

Bioquímica Farmacêutica pela USP

Especialista do Cura Natural

Oncocitoma – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos nesse artigo, você vai tirar todas suas dúvidas sobre essa doença. Além disso, o oncocitoma é um tumor benigno que se origina das células epiteliais dos túbulos renais proximais, sendo considerado o segundo tumor benigno mais comum do rim, depois do angiomiolipoma. Os homens são mais propensos a ter um oncocitoma do que as mulheres.

Sendo comum aparecer em pacientes com idades entre 62 a 68 anos de idade. Os tumores são do tamanho e forma de um pêssego. Quando dissecados , eles são na cor mogno e granulado, com uma cicatriz central que é carnuda.

Os rins são os órgãos responsáveis pelo equilíbrio de água e sais do corpo, além de exercer uma função importante na eliminação de substâncias metabolizadas pelo organismo. Para isso, cada rim é composto de um milhão de pequenas estruturas chamadas de néfrons.

O que é Oncocitoma?

O oncocitoma renal é um tumor benigno, embora seja semelhante a um carcinoma de células renais (CCR). Ao contrário de um CCR, um oncocitoma não é câncer. A maioria dos casos não apresenta recorrência ou mortalidade, e muitos não são acompanhados de sintomas. No entanto, por ser capaz de crescer e alcançar grandes proporções, o oncocitoma renal pode ser confundido com um CRR.

Causas do Oncocitoma:

O oncocitoma renal tem um denso acúmulo de mitocôndrias (que gera energia para as células). Infelizmente, sua causa é desconhecida. Eles são mais frequentemente encontrados em pacientes com Síndrome de Birt-Hogg-Dube, uma doença caracterizada por tumores benignos de folículo capilar, pele e rins.

Sintomas do Oncocitoma:

Mesmo quando de grande proporção, um tumor é frequentemente assintomático e geralmente descoberto durante um exame originalmente solicitada para um outro problema. Em menos de um quinto de todos os casos registrados, sintomas estão presentes. Eles podem incluir dor lombar, massa abdominal e sangue na urina – o mais provável de todos.

Identificação do Oncocitoma:

Homens são mais propensos a ter um oncocitoma renal do que mulheres, a uma taxa de dois ou três para um. Esse tumor benigno também é mais comum em pacientes com idade entre 62 a 68 anos de idade. Os tumores são do tamanho e forma de um pêssego (7 centímetros). Quando dissecados, eles apresentam uma cor mogno e de textura granulada, com uma cicatriz central carnosa. Em menos de 10% dos casos, um CCR está também presente em um oncocitoma.

Tratamento do Oncocitoma:

O tratamento acontece geralmente na forma de uma nefrectomia parcial ou total (remoção do rim). É muito arriscado confiar em biópsias, uma vez que elas tenham apresentado resultado cujo sucesso costuma ser apenas variável. Diferenciar um hipernefroma de oncocitomas a partir de uma biópsia renal percutânea, de uma punção aspirativa por agulha fina ou de uma biópsia de congelação.

É um método tão inconsistente que o consenso entre especialistas é de que o tratamento mais seguro é a remoção completa do rim. Alguns órgão de saúde pública dos Estados Unidos entendem a nefrectomia como o único meio confiável ​​para a obtenção de um diagnóstico definitivo e de um tratamento apropriado.

Mais Sobre Oncocitoma:

Mesmo quando grande, o tumor é frequentemente assintomático e é descoberto durante um exame para outra coisa. Em menos de um quinto de todos os casos, os sintomas estarão presentes. Estes incluem dor no flanco, sangue na urina, e uma massa abdominal. Sangue na urina é o mais provável que apareça.

O tratamento é geralmente uma nefrectomia total ou parcial (retirada dos rins). Uma nefrectomia parcial, apenas o tumor e qualquer dano o tecido é removido a partir do rim. A nefrectomia radical resulta na remoção do rim.

Uréter que conduz para a bexiga, a glândula supra-renal, e o tecido adiposo adjacente. Entretanto, quando a doença já se apresenta com metástases, é provável que a cura não seja mais possível e o objetivo do tratamento passa a ser frear o avanço da doença.

Para isso, o tratamento deve ser com medicações que bloqueiem os processos biológicos fundamentais para a proliferação e sobrevivência das células do câncer, inibindo o avanço da doença. A melhor forma de prevenir a doença é manter hábitos de vida saudável e controlar a hipertensão arterial e o peso adequadamente, além de ingerir bastante líquido.

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