Câncer de Bexiga – O que é, Sintomas e Tratamentos

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Nutrição - CRN6-MA 16199

Câncer de Bexiga – O que é, Sintomas e Tratamentos
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Câncer de Bexiga – O que é, Causas, Sintomas e Tratamentos desta terrível condição. Além disso, o Câncer de Bexiga é uma neoplasia que atinge as células da bexiga. A bexiga é um órgão semelhante a um balão, situado na região pélvica e responsável por armazenar a urina. A bexiga, assim como as outras estruturas do sistema urinário (rins, ureteres e uretra) é revestida por um epitélio de células de transição conhecido como uretélio.

causas do cancer de bexiga

A bexiga possui uma camada que “forra” o órgão por dentro, que chamamos de urotélio. O urotélio está em contato com a urina que se acumula na bexiga para ser expelida.

Portanto, as células que formam esse urotélio estão expostas a todas as substâncias que o corpo elimina através da urina, como consequência do metabolismo daquilo que se coloca para dentro do corpo através da alimentação e do ar que se respira.

O câncer da bexiga é uma consequência da transformação do urotélio, que passa a se proliferar de forma anormal e ganha a capacidade de invadir o órgão e até, em alguns casos, circular pelo corpo e produzir tumores em outras partes do corpo (chamado de metástase).

O que é Câncer de Bexiga?

O Câncer de Bexiga é um tumor que se desenvolve na parede da bexiga. Depois do câncer de próstata, é o câncer do sistema urinário mais frequente. O Câncer de Bexiga é três vezes mais comum em homens do que em mulheres e geralmente aparece mais após os 60 anos.

A bexiga é um órgão oco localizado na pélvis cuja função é a de armazenar a urina produzida continuamente pelos rins. Ela se encontra sob o útero em mulheres e logo acima da próstata nos homens.

Quando está cheia, ela envia uma mensagem para o cérebro para provocar a vontade de urinar. Durante a micção, os músculos da parede da bexiga se contraem para expelir a urina através da uretra.

Causas do Câncer de Bexiga:

As causas do Câncer de Bexiga nem sempre são claras para os médicos. A doença, no entanto, tem sido associada ao tabagismo, a infecções parasitárias, radiação e exposição a substâncias químicas.

O Câncer de Bexiga acontece quando as células da bexiga começam a crescer de forma anormal. Em vez de crescer e se dividir de uma forma ordenada, como deveria acontecer naturalmente, essas células desenvolvem mutações que fazem com que cresçam fora de controle. Estas células anormais formam o tumor da bexiga.

Sintomas do Câncer de Bexiga:

Nas fases iniciais, o Câncer de Bexiga é assintomático. Quando os sintomas aparecem, o mais frequente é a hematúria, ou seja, a presença de sangue na urina visível a olho nu ou apontada em exames de laboratório. Embora nem sempre seja sinal de problemas na bexiga, a perda de sangue tem de ser sempre levada em consideração.

À medida que a o Câncer de Bexiga, podem surgir os seguintes sintomas: ardor e urgência para urinas, inchaço nas pernas, perda de peso e de apetite, anemia, cansaço.

Diagnóstico do Câncer de Bexiga:

O diagnóstico do Câncer de Bexiga pode ser feito por meio de uma citoscopia (é um exame que consiste na análise interna da bexiga com o auxílio de um cistocópio), exames de urina e biópsia. Para muitos tipos de câncer, o diagnóstico definitivo da doença é feito por meio da biópsia.

cancer de bexiga

Tratamentos Para Câncer de Bexiga:

O tratamento do Câncer de Bexiga depende do estadiamento e do grau de comprometimento do órgão, e pode ser feito através de cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, conforme indicação do médico.

Geralmente, nos estágios 0 e 1 do Câncer de Bexiga, o tratamento consiste na retirada do tumor e administração de quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia na bexiga. Já os estágios 2 ou 3, podem ser tratados com a retirada da bexiga, parcialmente ou por completo, além da administração de quimioterapia em conjunto com radioterapia.

Entretanto, no Câncer de Bexiga no estádio 4, devido a presença de metástases e uma chance de cura pequena, normalmente, não é feito cirurgia, sendo indicada a quimioterapia, e outros tratamentos para aliviar os sintomas da doença e permitir um maior tempo de vida.

Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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INFORMAÇÃO DO AUTOR: Ana Karolynne Goncalve

Sou graduada no curso de Nutrição pela Universidade Federal do Maranhão(UFMA), CRN6-MA 16199, com Mestrado na área da Nutrição Clínica com relação ao metabolismo, prática e terapia nutricional, realizado também na Universidade Federal do Maranhão(UFMA), Atualmente trabalho no campo de pesquisa sobre a Qualidade e Inovação em Alimentos.

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