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Ebola – o que é, causas, sintomas e prevenção!

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A ebola já foi conhecida por “febre hemorrágica ebola”, mas hoje é denominada de “doença por vírus”. Além disso, a ebola é uma infecção caracterizada pelo vírus, causando no paciente uma febre hemorrágica, este vírus  é considerado um dos mais perigosos que a humanidade tem conhecimento, ele é um filovírus de forma filamentosa que não possui classificação.

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No entanto, a Sua taxa de letalidade pode chegar a 90%, a doença afeta os seres humanos e primatas não-humanos (macacos, gorilas e chimpanzés). Os sintomas tem início após duas a três semanas depois de contrair o vírus. Inicia-se com a multiplicação do vírus nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, causando danos significativos e hemorragias.

Quais são as  causas do ebola?

É possível contrair Ebola por meio do contato direto com os fluidos corporais de um animal infectado ou humano. Estes incluem sangue, saliva, sêmen, vômito, urina ou fezes.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, também é possível adquirir o vírus por lidar com um animal selvagem doente ou morto que tenha sido infectado.

Há alguma evidência de que o vírus pode ser transmitido através do ar a partir de primatas não humanos para primatas não humanos, como de macaco para macaco. Não há estudos definitivos provaram isso, entretanto.

Uma pessoa infectada normalmente não se torna contagiosa até que desenvolva sintomas. Os membros da família são frequentemente infectados ao cuidar de parentes doentes ou mortos.

Profissionais podem entrar em contato com o vírus se não usarem equipamentos de proteção, como máscaras cirúrgicas e luvas. Ebola não é altamente transmissível, basta diagnosticar o paciente e isolar.

Quais são os sintomas do ebola?

O período de incubação do ebola é, em geral, de 5 a 7 dias, mas casos com mais de 20 dias já forma relatados. Ao contrário de muitas viroses comuns, os pacientes no período de incubação não são capazes de transmitir o vírus. A fase contagiosa inicia-se somente quando os primeiros sintomas surgem.

O quadro de infecção começa habitualmente de forma súbita, com febre alta, calafrios, mal-estar, prostração e dor muscular. Vômitos, diarreia, dor de garganta e de cabeça também são muito comuns. Inicialmente, o quadro pode ser muito parecido com o de qualquer virose mais forte, como uma gripe, por exemplo.

A doença permanece mais ou menos estável nos primeiros dias, mas começa a agravar-se no final da primeira semana. Redução do nível de consciência, hipotensão, falência de rins e fígado, erupções na pele e hemorragias, principalmente nos olhos, são sinais de gravidade.

Em geral, os pacientes que ao entrar na segunda semana não começam a apresentar sinais de melhora são os que têm maior risco de falecer. Laboratorialmente, essa recuperação na segunda semana está relacionada a uma queda nos níveis de vírus circulantes no sangue e a um aumento do número de anticorpos específicos contra o Ebola vírus.

O fator que parece definir o prognóstico do paciente é a capacidade do seu sistema imunológico reagir e rapidamente montar uma resposta imune contra o vírus . O pacientes que falecem são aqueles que até a segunda semana ainda não conseguiram controlar a replicação do vírus rus nem produzir níveis adequados de anticorpos.

Qual é o tratamento do ebola?

Não há cura para Ebola. Os únicos tratamentos disponíveis são aqueles destinados a ajudar a aliviar os sintomas. Estas podem incluir:

  • Oxigenoterapia
  • Fluidos intravenosos
  • Transfusões de sangue
  • Medicamentos para tratar choque
  • Medicamentos para a dor.

Uma vez que a doença foi curada, a pessoa está imune ao vírus. Dessa forma, pode entrar em contato com outras pessoas que tenham a doença sem maiores riscos.

Como prevenir ebola?

Para manter-se afastado do vírus algumas medidas preventivas podem ser tomadas como lavar sempre as mãos com bastante água e sabão. Quando possível, faça uso de álcool gel. Procure ficar distante dos locais em que ocorrem ou já ocorreram epidemias do vírus e evite o contato com pessoas infectadas.

Quanto mais a doença progride no indivíduo, maiores são as chances de ele contaminar alguém.

Nunca coma alimentos e nem beba água de procedência desconhecida. Lembre-se que mesmo depois de morta a pessoa ainda pode transmitir o vírus. Em locais de risco, faça uso de proteção como botas de borracha, macacões especiais, luvas, protetores oculares e máscaras descartáveis. Em hipótese alguma reutilize seringas e agulhas, assim como quaisquer outros instrumentos médicos

Dr. Valeria Carneiro Graduada na Universidade Federal de Minas Gerais em Medicina Especializada em Ginecologia e Obstetrícia, Pós Graduada no Departamento de Ginecologia na UNIFESP/ EPM a 2 anos, Experiencia clinica em patologias do trato genital feminino e foco em cirurgias ginecológicas como também especialista em partos normais e cirúrgicos.

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