Chá de Manacá – O Que é, Benefícios e Como Usar

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Graduado em Ciências da Nutrição!

Especialista do Cura Natural

Chá de Manacá – O Que é, Benefícios e Como Usar
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Chá de Manacá – O Que é, Benefícios e Como Usar as suas propriedades para tratar as doenças. Alem disso, o manacá é uma árvore de pequeno porte, podendo chegar a até oito metros de altura. As folhas dessa planta são de formato ovalado, já o cálice é tubuloso, campanulado e os ramos possuem medula amarela. O fruto é uma cápsula semilenhosa com inúmeras sementes.

Cha de Manaca

Dependendo do local onde é encontrada, a manacá pode ser conhecida por vários outros nomes.

Entre os mais comuns, destaque para mercúrio-vegetal, jeratacá, jeratacaca, cangambá, caá-gamba, eratataca e managá.

Benefícios da Manacá:

A partir das substâncias químicas que podem ser encontradas nessa espécie, seu uso pode ser empregado no processo de tratamento e cura de muitas doenças.

Porém, antes de incluí-la em qualquer que seja o tratamento, a indicação é que o médico seja consultado.

O manacá possui ação purgativa, diurética, emenagoga, antivenérea, antissifílica e antirreumática.

Ela também pode ser empregada no tratamento de reumatismos, artrites, afecções inflamatórias, dores, cólicas menstruais, cãibras, febres, gripes, resfriados e doenças venéreas.

Chá de Manacá:

Uma das formas mais comuns de empregar o manacá no tratamento de algumas das doenças citadas acima é através do preparo do chá. Para isso você vai precisar de 200 ml de água filtrada e uma colher de café de raiz seca.

Coloque a água para ferver, em seguida acrescente a parte da planta e desligue o fogo.

Com ajuda de uma tampa, deixe a mistura esfriar por cerca de 10 minutos. Esse tempo é necessário para que a planta libere todas as suas propriedades na bebida.

A indicação é que o consumo do chá de manacá seja ingerido entre duas a três vezes ao dia. Porém, é bom consultar o médico antes.

Efeitos Colaterais:

A planta pode apresentar alguns efeitos colaterais quando consumida em excesso. Entre os principais estão: aumento de evacuações e diarreia pastosa em intestinos com tendência.

Pode acarretar ainda um quadro de sensibilização a salicilatos e alterações na coagulação sanguínea.

O consumo excessivo pode causar ainda salivação, vertigem, anestesia geral, paralisia parcial da face, edema da língua e visão embaçada.

Quando acontecer a ingestão de altas doses, procure um médico que deverá, além das medidas usuais para intoxicação, fazer um tratamento sintomático e monitoramento de funções.

Revisão Geral pela Dra. Ana Karolynne Gonçalves - (no G+)

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INFORMAÇÃO DO AUTOR: Rafael Cardoso

Com mais de 5 anos de experiência, Rafael Almeida é Graduado em Ciências da Nutrição pela Universidade Ceuma desde 2012. Atua em Atendimento Clínico-Nutricional, com foco no bem estar e qualidade de vida do paciente, através da reeducação alimentar e acompanhamento nutricional, com planos alimentares personalizados, de acordo com o objetivo e avaliação clínica individual, comprometido com o sucesso do tratamento de seus pacientes.

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