Doenças e Tratamentos Alan Costa

Leucemia – o que é, causas, sintomas e tratamentos!

A leucemia é caracterizada pela produção excessiva de células brancas anormais, superpovoando a medula óssea. A infiltração da medula óssea resulta na diminuição da produção e funcionamento de células sanguíneas normais.

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Dependendo do tipo, a doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área afetada.

A leucemia segue sendo uma das principais causas de morte ao redor do mundo. No Brasil, registra-se uma média de 10 mil novos casos todos os anos – sendo mais incidente em crianças de até 5 anos, embora a grande maioria dos episódios de óbito sejam entre a população adulta.

O que é leucemia?

A leucemia é o mais famoso tipo de câncer no sangue. O quadro se inicia numa disfunção na atividade da medula óssea – substância gelatinosa que preenche os ossos e produz as hemácias, os glóbulos brancos e as plaquetas que compõem o sangue humano.

Tal disfunção desregula a produção dos glóbulos brancos (os agentes de defesa do corpo), fazendo com que se inicie uma multiplicação descontrolada de glóbulos brancos defeituosos, desprovidos de sua natural função de defesa.

Causas da leucemia:

A Leucemia se origina de uma alteração genética adquirida, ou seja, não hereditária. A divisão e morte celular são controladas por informações contidas nos genes, dentro dos cromossomos.

Erros que acontecem no processo de divisão da célula podem causar uma alteração genética que ativa os chamados oncogenes, que promovem a divisão celular, ou que desativam os genes supressores de tumor, responsáveis pela morte celular (apoptose).

Em ambos os casos há, então, multiplicação exagerada de uma mesma célula, levando ao surgimento do clone (câncer). Apesar de sabermos que existem alguns fatores de risco que propiciam o surgimento do câncer, a causa exata ainda é desconhecida.

Sintomas da leucemia:

Podem aparecer pela diminuição da produção dos eritrócitos pela medula óssea.

  • Tontura;
  • Desmaios;
  • Cansaço;
  • Sonolência;
  • Pouca fome;
  • Emagrecimento;
  • Alopecia;
  • Palidez;
  • Dor de cabeça;
  • Irritabilidade e fraqueza;
  • Palpitação.

Fatores de risco da leucemia:

A causa exata das Leucemias ainda é desconhecida, mas sabe-se que existem alguns fatores que facilitam o surgimento do câncer. Eles são:

  • Algumas doenças do sangue, como mielodisplasia e neoplasias mieloproliferativas;
  • Algumas doenças genéticas, como anemia de fanconi, neurofibromatose, síndrome de Down e outras;
  • Exposição a produtos químicos, derivados de benzeno, que podem estar presentes em indústrias petroquímicas e fábricas de produtos químicos;
  • Tratamento prévio com radioterapia ou quimioterapia;
  • Exposição a radiação ionizante, como observado em pessoas que sobreviveram de vazamento nuclear e bomba atômica.
  • É preciso deixar claro que, por mais que haja algum fator de risco, não é certo que o paciente terá a doença.

Diagnóstico:

A primeira desconfiança da manifestação acontece por meio do exame de sangue, nele números alterados da quantidade de células será uma suspeita. Além disso, depois com mais exames clínicos é possível perceber se há proliferação excessiva das células imaturas na medula óssea.

Estas, quando infiltram no organismo causam os primeiros sintomas da doença, inclusive infecções agudas devido à ineficiência do sistema de defesa do organismo.

causas da leucemia

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Tratamentos:

O tratamento geralmente é constituído de uma combinação de radioterapia, quimioterapia, terapia dirigida e o famoso transplante de medula óssea, com o principal objetivo de destruir as células malignas que estão desregulando os níveis sanguíneos do corpo, voltando assim a produção normal das células do corpo humano.

O tratamento tende a não ser muito demorado, levando cerca de duas sessões em média para que as células malignas sejam destruídas, porém esse tempo pode ser relativo de acordo com o tipo e gravidade.

A maior dificuldade do transplante da medula óssea é encontrar um doador que tenha condições sanguíneas semelhantes ao do paciente que receberá o transplante.

Sobre o autor | Website

Sou nutricionista e Personal Trainer. Me formei pela Universidade Federal do Tocantins em 2002, com registro profissional no CRN-4 nº 1509723, tenho especialização em Nutrição Esportiva, Treinamento Físico e treinos Curto de alta intensidade.

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